Quando uma criança precisa de ajuda?
Nem sempre é fácil entender o que uma criança está sentindo
Às vezes, a criança não consegue dizer que está ansiosa. Ela pode ficar irritada, evitar situações, ter dificuldades para dormir, reclamar de dores, chorar com frequência ou demonstrar medo.
Em outros momentos, o que aparece é uma dificuldade para lidar com erros, frustrações, mudanças, separações ou situações sociais.
O comportamento é uma forma de comunicação. E, quando uma dificuldade começa a interferir na rotina, nas relações, na escola ou no bem-estar da criança, buscar ajuda pode ser um passo importante.
A psicoterapia pode ajudar a compreender o que está acontecendo e oferecer à criança ferramentas para lidar melhor com suas emoções e experiências.
Como posso ajudar?
Psicoterapia infantil não é simplesmente brincar
Primeiro contato e avaliação
Quando uma família me procura, o primeiro passo é compreender a demanda e conhecer a história da criança ou do adolescente. Para isso, realizo entrevistas com os responsáveis e, quando necessário, utilizo instrumentos de avaliação que contribuem para uma compreensão mais ampla da situação.
Conhecendo a criança ou o adolescente
Em seguida, recebo a criança ou o adolescente para conhecer também suas percepções, experiências e necessidades.
Planejamento terapêutico
Após essa etapa, realizo uma nova entrevista com os responsáveis para compartilhar os dados observados e conversar sobre o plano terapêutico.
Como são as sessões
As sessões são estruturadas de forma lúdica, considerando os interesses, a idade e as características de cada paciente. Brincar pode fazer parte da psicoterapia infantil, mas o trabalho psicológico vai muito além disso.
Antes de cada sessão, há estudo, planejamento e reflexão sobre as necessidades do paciente. Os recursos utilizados são escolhidos de acordo com sua história e com os objetivos terapêuticos. Jogos, histórias, desenhos, atividades e brincadeiras podem favorecer a expressão, a compreensão das emoções e o desenvolvimento de novas habilidades.
Participação da família
Também considero importante o trabalho com os responsáveis, porque as mudanças construídas na terapia precisam encontrar espaço na vida cotidiana da criança ou do adolescente. Por isso, o acompanhamento pode incluir orientações e conversas com a família ao longo do processo.
Reavaliação do processo
Ao final do acompanhamento, realizo uma reavaliação para compreender se há indicação de alta, continuidade do trabalho ou necessidade de reformular os objetivos terapêuticos.
Algumas das questões que podem ser trabalhadas na psicoterapia
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Ansiedade e preocupações
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Medos na infância
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Regulação emocional
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Perfeccionismo e medo de errar
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Dificuldades comportamentais
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Autoestima e autoconfiança
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Habilidades sociais
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Orientação de pais
